A realidade é tão real quanto observar um fractal por um caleidoscópio.

História

Origens do Martinismo

A tradição do Martinismo pode ter sua origem à Martinez de Pasqualy .
O Martinismo moderno está disseminado em todo o mundo através destas três ramificações principais:

A ordem que está a mais próxima a Pasqualy é a Ordem dos Chevaliers Elus Cohens de l`Universe com 5 graus.
A ordem mais próxima a Willermoz é Os Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa, um rito maçônico antigo que foi reorganizado por ele em 1778.
E há então as Ordens próximas a Papus baseadas no trabalho de Saint Martin, e que foram nomeadas como A Ordem dos Filósofos Desconhecidos (Silencieux Inconnus de Ordre), mas que é mais conhecida como Ordem Martinista ( L`Ordre Martinisme).
Certamente os Elus-Cohen os Cavaleiros Benfeitores têm a relação mais forte com a maçonaria. (mais…)


Teria Jesus sobrevivido ao suplício?

Olá padawans, estava viajando na net e acabei deparando com este texto quando lia algo sobre Jesus e sua morte (Vou fazer um post sobre sincronicidade qualquer dia desses). O site de onde tirei o texto foi esse:

http://www.acemprol.com/viewtopic.php?f=16&t=8194

Aproveitem o texto. Vou fazer alguns grifos em negrito.

Jesus Cristo sobreviveu a crucificação? Conforme crença de populações que vivem na região do lago Nagin, próximo a Srinagar, capital da Caxemira, foi nesse local que ele passou seus últimos dias. Cansado e com filhos, morreu muito velho, deixando uma descendência

Jesus Cristo sobreviveu a crucificação? Conforme crença de populações que vivem na região do lago Nagin, próximo a Srinagar, capital da Caxemira, foi nesse local que ele passou seus últimos dias. Cansado e com filhos, morreu muito velho, deixando uma descendência que ali vive até hoje…

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O Grito do Ipiranga

A diarréia foi o motivo que levou o Príncipe a se adiantar, deixando para trás parte de sua comitiva, indo na frente para o Pouso do Ipiranga. Foi neste lugar onde D. Pedro parou devido ao desarranjo intestinal e onde tomou conhecimento das cartas que o levaram a proclamar a Independência do Brasil. Esse lugar não foi preservado, ficou fora do Parque da Independência, possivelmente para não ofuscar os “esplendores da imortalidade” que se procurava alcançar com o quadro de Pedro Américo. (mais…)


Os Cavaleiros Templários

“Não por nós, Senhor, não por nós,
mas para que seu nome tenha a Glória.”

A Ordem Templária foi fundada em Jerusalém em 1118, logo após a Primeira Cruzada, mesmo havendo alguns indícios de ter sido fundada quatro anos antes. Seu nome está relacionado ao local de seu primeiro quartel-general, no lugar do antigo Templo de Salomão.

Nove monges veteranos dessa Primeira Cruzada, entre eles Hugues de Payens e Godofredo de Saint Omer, reuniram-se para fundar a Ordem em defesa da Terra Santa. Pronunciaram perante o patriarca de Jerusalém, Garimond, os votos de castidade, de pobreza e de obediência, comprometendo-se, solenemente, a fazer tudo aquilo que estivesse ao seu alcance para garantir as rotas e os caminhos e a defender os peregrinos contra os assaltos e os ataques dos infiéis. Foi dada a fundação da Ordre de Sion (Ordem de Sião) a Godofredo de Bouillon, por volta de 1099. A original Ordem de Sião foi estabelecida para que muçulmanos, judeus e outros indivíduos elegíveis pudessem aliar-se à Ordem cristã e tornar-se Templários. (mais…)


Os Pobres Cavaleiros de Cristo


No início de 1100, Hugo de Paynes e mais oito cavaleiros franceses, movidos pelo espírito de aventura tão comum aos nobres que buscavam nas Cruzadas, nos combates aos “infiéis” muçulmanos a glória dos atos de bravura e consagração, viajaram à Palestina. Eram os Soldados do Cristianismo, disputando a golpes de espada as relíquias sagradas que os fanáticos retinham e profanavam. Balduíno II reinava em Jerusalém, os acolheu, e lhes destinou um velho palácio junto ao planalto do Monte Moriah, onde as ruínas compostas de blocos de mármore e de granito, indicavam as ruínas de um Grande Templo.

Seriam as ruínas do GRANDE TEMPLO DE SALOMÃO, o mais famoso santuário do XI século antes de Cristo em que o gênio artístico dos fenícios se revelava. Destruído pelos caldeus, reconstruído por Zorobabel e ampliado por Herodes em 18 antes de Cristo. Arrasado novamente pelas legiões romanas chefiadas por Tito, na tomada de Jerusalém. Foi neste Templo que se originou a tragédia de Hiran?, cuja lenda a Maçonaria incorporou. Exteriormente, antes da destruição pelos romanos no ano 70 de nossa era, o Templo era circundado por dois extensos corredores excêntricos, ocupando um gigantesco quadrilátero em direção ao Nascente, a esquerda ficava o átrio dos Gentios e à direita o dos Israelitas, além das estâncias reservadas às mulheres, e aos magos sacerdotes, a que se seguia o Santuário propriamente dito, tendo ao centro o Altar dos Holocaustos.

Os “Pobres Cavaleiros de Cristo” atraídos pela inspiração divina e sensação do mistério que pairava sobre estas ruínas, passaram a explora-las, não tardou para que descobrissem a entrada secreta que conduzia ao labirinto subterrâneo só conhecido pelos iniciados nos mistérios da Cabala. Entraram numa extensa galeria que os conduziu até junto de uma porta chapeada de ouro por detrás da qual poderia estar o que durante dois milênios se constituíra no maior Segredo da Humanidade. Uma inscrição em caracteres hebraicos prevenia os profanos contra os impulsos da ousadia: SE É A MERA CURIOSIDADE QUE AQUI TE CONDUZ, DESISTE E VOLTA; SE PERSISTIRES EM CONHECER O MISTÉRIO DA EXISTÊNCIA, FAZ O TEU TESTAMENTO E DESPEDE-TE DO MUNDO DOS VIVOS. (mais…)